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Jornalista preso diz em depoimento que ministro do STF foi chamado de “cabeça de piroca”

Oswaldo Eustáquio negou em seu depoimento à Polícia Federal que tenha participado de manifestações com intenções extremistas


Um dos alvos do inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal para investigar a organização de atos antidemocráticos, o jornalista Oswaldo Eustáquio negou em seu depoimento à Polícia Federal, o qual a imprensa teve acesso, que tenha participado de manifestações com intenções extremistas e que tenha incentivado atos contra as instituições.

Mas uma parte da sua declaração chamou a atenção do portal, que, apesar de defensor da tradicional família brasileira, não poderia deixar o registro jornalístico passar em branco, mesmo que o linguajar usado possa parecer inadequado para alguns.


O comunicador, que está preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes, confirmou sua presença no protesto do dia 21 de junho, mas disse que esteve no evento para cobri-lo como jornalista. E que as palavras antidemocráticas foram ditas por pessoas infiltradas. Segundo o blogueiro, eram esses manifestantes que se referiram ao ministro como “cabeça de ovo”, “cabeça da minha piroca” e “advogado do PCC”.

Foram essas pessoas, de acordo com o depoimento de Eustáquio, que teriam forçado as grades para tentar furar o bloqueio policial em direção à Praça dos Três Poderes. E que ele teria ido até elas para solicitar que se afastassem da barreira.


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